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Brincando com a Cunha em caruaru

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A Parada na Estrada de Chão

O ponteiro do painel digital marcava quase vinte horas quando a pouca iluminação da rodovia deu lugar a uma penumbra densa e constante. Estávamos cortando o trecho que antecede Caruaru, vindo do distrito de Rancho das Almas, imersos no silêncio típico das estradas rurais do Agreste no início da noite. O compromisso que nos levava até lá era estritamente profissional: na manhã seguinte, estaríamos em um seminário sobre inovação e mercado no centro de convenções da cidade. O quarto de hotel já estava reservado, a agenda alinhada e os materiais revisados. No entanto, dentro da cabine do carro, o clima havia saído completamente do roteiro planejado a muitos quilômetros dali.

Tenho 23 anos e meu nome é Carlos. Sempre me orgulhei de manter um perfil focado, prático e guiado pela razão em todas as situações da vida. Contudo, dividir aquelas horas de viagem ao lado de Laury, de 21 anos — minha cunhada e também minha parceira de projeto —, transformou a jornada em uma verdadeira prova de resistência.

Laury trazia uma energia vibrante que desarmava qualquer postura formal. Com seus olhos atentos em tom escuro, um sorriso sutil e um jeito provocante de desafiar minhas certezas, ela sabia exatamente o impacto que causava. Usava uma blusa leve de alças finas que contrastava com o ar-condicionado do veículo e mantinha as pernas cruzadas sobre o banco do passageiro, balançando o salto de forma ritmada enquanto acompanhava o som baixo do rádio.

Tudo começou de forma despretensiosa, ainda no meio do trajeto. A conversa sobre a apresentação de slides do dia seguinte gradualmente deu lugar a brincadeiras pessoais, provocações veladas e trocas de olhares demoradas a cada parada. O espaço reduzido do carro parecia diminuir a cada minuto, tornando o ar denso e carregado de uma expectativa silenciosa.

— Você fala com tanta certeza sobre controle de crises nas empresas, Carlos... — disse ela em um determinado momento, inclinando a cabeça no encosto do banco e me encarando de lado. — Mas duvido que consiga manter esse autocontrollo todo quando a situação sai do papel.

— O controle é só uma questão de escolha, Laury — respondi, mantendo os olhos fixos no asfalto, embora sentisse o pulso acelerar. — Sei exatamente até onde posso ir.

— Duvido — repetiu ela, com a voz baixinha e um sorriso desafiador no canto dos lábios. — Você é certinho demais para quebrar as regras.

A palavra "duvido" ficou ecoando no painel do carro como um gatilho. A tensão que havíamos sufocado durante semanas de trabalho juntos finalmente encontrou uma brecha para se libertar.

À medida que nos aproximávamos das imediações de Caruaru, passei a prestar atenção nas poucas referências da pista. No lado direito da via, os faróis do carro iluminaram uma placa com letras brancas: "Vila Laia". Logo à frente da entrada da propriedade, abria-se um acesso secundário — uma estrada de chão batido, cercada por vegetação baixa e sombras compridas que se perdiam no escuro.

logo a frente vi uma placa com nome “arvore da vida” acho que seja um vilarejo

Não pensei duas vezes. Reduzi a marcha, acionei a seta e estercelei o volante para a direita.

O barulho do asfalto deu lugar ao estalar característico do cascalho sob os pneus. A poeira subiu em uma nuvem densa refletida pela luz dos faróis baixos enquanto entrávamos na via de terra. Dirigi por cerca 5 minutos, o suficiente para que os ruídos e as luzes da rodovia desaparecessem completamente no retrovisor, até encostar o carro em uma area plana proximo a uma chacara Desliguei o motor. O som do ar-condicionado parou instantaneamente, e o silêncio pesado da noite rural tomou conta do ambiente, quebrado apenas pelo estalar do metal do motor aquecido esfriando devagar.

Laury permaneceu imóvel por alguns segundos, observando a escuridão do lado de fora através do vidro fumê.

— Onde a gente tá? — perguntou ela, virando-se devagar no banco. O tom de voz havia perdido a ironia anterior, substituído por uma mistura perceptível de audácia e nervosismo.

— Na estrada ao lado de uma chácara — respondi, tirando o cinto de segurança e inclinando meu corpo na direção dela. — Você disse que duvidava. Eu só quis mostrar que as regras são flexíveis.

A iluminação fraca do painel projetava sombras suaves sobre o rosto dela, destacando o contorno dos seus lábios entreabertos e o brilho intenso dos seus olhos. O pulso acelerado de Laury era visível na curva do pescoço.

— A gente tem uma palestra às oito da manhã, Carlos... — disse ela, com a respiração mais curta, embora não fizesse a menor menção de se afastar. — O pessoal do evento tá esperando a nossa chegada no hotel.

— O hotel pode esperar mais meia hora — murmurei, aproximando minha mão do seu rosto e deslizando a ponta dos dedos pela linha da sua mandíbula.

A pele dela estava quente, arrepiando-se ao meu toque. A postura de cumplicidade profissional que havíamos construído ao longo dos últimos meses se desfez por completo naquele instante. Laury soltou um suspiro profundo, encurtando a distância entre nós e segurando a gola da minha camisa com os dedos firmes.

— Se a gente começar isso aqui... não tem como voltar atrás amanhã no trabalho — avisou ela, com a voz rouca, a milímetros da minha boca.

— Ninguém precisa voltar atrás — respondi.

ela parecia já estar preparada para aquele momento,tirou um preservativo de dentro de sua bolsa de um bolso meio secreto e me deu na mao.

—Voce tinha marcado com alguém lá — `disse eu

— Ninguém , é pra você já faz duas semanas que venho te dando abertura, estava esperando sua atitude — respondeu Laury.

ela começou a tirar sua roupa lentamente, que peitos delicioso medianos com um bico meio rosado,que obra de arte,vestida ela já era magnifica sem roubar não havia palavras para descrever

eu um cara apaixonado por peitos não deixaria aquela delícia passar batida.

Senti o gosto dela e aproveitei levantar seus peitos na linha onde começava comecei sentindo aquele cheiro delicioso, fui subindo pra encaixar minha boca, ela percebeu que eu levantei para sentir o cheiro dela embaixo dos peitos, um cheiro gostoso realmente.

passamos para o banco do fundo meu carro, o banco dobra por inteiro virando quase uma cama.

ela delirava enquanto eu dava uma sequência de prazer a ela,

Quando cheguei ao seu grelo gostoso eu comecei chupa sem pressa, cada gemido dela só aumentava minha fome, comecei apertando seu peito com uma das mãos e com a outra fui enfiando dois dedos dentro dela, fazendo um vai e vem delicioso.

Não demorou muito pra ela começar se tremer, dando alguns espasmos,ela gozou tão forte que molhou meu banco todo, deu até pra ver seu cuzinho todo lambuzado.

ela ficou ali parada me olhando e vendo que eu ainda estava praticamente vestido.

— vamos continuar?, disse ela com voz sonolenta(acabada)

respondi.

— Calma, no hotel temos a noite toda, só não queria perder este momento!

ela me perguntou se poderia continua o resto da estrada ali no banco de tras deitada

eu disse que sim, se eu disse não ela não aguentaria trocar de banco ela estava desmaiando.

Me ajeitei e voltamos à estrada principal!

ela estava vestida porém desmaiou de prazer no banco do fundo.

após alguns minutos de estrada chegamos ao nosso ponto de parada

eu a acordei um pouco antes.

Fizemos o” check in” era como já estava pago tivemos dois quartos, mas nos meus planos apenas uma cama seria usada nesta noite glamorosa.

ate o proximo conto… olha que a noite rendeu, nem sabia que hotel tinha uns brinquedinhos

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Escrito por Admin

Autor(a) e criador(a) de contos no Lamia Club.

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