Incesto, Traição,Segredo de Família

casal de primos e o Nó do Arame Farpado

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O sol de janeiro de 2001 queimava a espinha dorsal da Bahia com uma fúria seca, daquelas de rachar o chão da roça e fazer as folhas da mangueira enrolarem. Na fazenda do meu tio, o tempo parecia andar no ritmo arrastado dos cascos do gado. Eu tinha vinte e dois anos, filho único da irmã mais velha da família, acostumado ao silêncio da cidade pequena e com a cabeça cheia de ideias erradas toda vez que as férias me traziam de volta àquele chão de terra vermelha.

E a razão dessas ideias tinha nome, sobrenome e um jeito afrontoso de andar: Juliana. Ela era a filha do meio do meu tio, com seus vinte anos recém-completados, pernas grossas queimadas de sol e uns olhos pretos que pareciam adivinhar exatamente o que se passava no meu pensamentos mais sujos. A posição de filha do meio dava a ela uma liberdade perigosa — não tinha a cobrança de ser a primogênita e nem a vigia estrita que caía sobre a mais nova. Transitava pela propriedade como quem mandava em tudo.

Naquela tarde abafada, meu tio me enviou até a grota do pasto do fundo para consertar o esticamento de uma cerca de arame farpado que o touro tinha arrebentado. Peguei a torquês, o rolo de arame e, claro, o facão de dezoito polegadas no bainha de couro preso à cintura. O aço brilhava gasto pelo uso no mato.

O calor era insuportável. Cheguei ao trecho da cerca, ao lado de um córrego raso cercado por touceiras de capim-santo e a sombra densa de um ingazeiro velho. Tirei a camisa, deixando o suor escorrer pelo peito enquanto fincava o facão na terra fofa para usá-lo depois na limpeza da mataria em volta dos mourões.

— Se continuar fazendo força assim, vai acabar estourando outra coisa além do arame, primo.

A voz dela veio de trás de mim, carregada de uma provocação debochada. Me virei e vi Juliana encostada num mourão de saboneteiro, a uns três metros dali. Usava um short jeans desfiado e bem curto, uma regata branca surrada sem sutiã por baixo, transparente por causa da transpiração, e as botas de couro sujas de lama dry.

— Veio me vigiar ou veio ajudar, Juliana? — perguntei, limpando o suor da testa com o antebraço, sentindo meu corpo reagir imediatamente só de olhar para as curvas do quadril dela.

— Vim ver se o filhinho único da cidade sabe usar as mãos pra alguma coisa útil na roça — respondeu ela, dando um passo lento na minha direção.

A rivalidade e o desejo reprimido de anos de verões passados juntos pareciam ter acumulado até atingir um ponto de ebulição. Todos os verões a gente se provocava, roçava os corpos "sem querer" no corredor da casa grande, trocava olhares compridos durante os almoços de família. Mas ali, na baixada, a mais de um quilômetro de qualquer outra pessoa, a moralidade de primos parecia evaporar no mormaço de 2001.

— Chega mais perto que eu te mostro o que minhas mãos sabem fazer — falei, a voz caindo um tom, mais grave, cheia de intenção.

Ela não recuou. Pelo contrário. Juliana caminhou até o facão cravado no chão, puxou o cabo de madeira e começou a passar a lâmina fria, sem o lado do corte, bem devagar na própria coxa, subindo até a barra do short jeans. O contraste do metal escuro com a pele morena e suada dela era uma imagem terrivelmente erótica.

— Sabe o que dizem da roça, primo? Que mato alto esconde tudo... e arame farpado só segura o que não quer fugir.

Não aguentei. Aproximei-me a passos largos, arranquei o facão da mão dela e o joguei de lado na terra. Segurei Juliana pela cintura com firmeza, sentindo a pele quente e úmida sob meus dedos. Ela soltou um suspiro fundo, quase um rosnado, e jogou a cabeça para trás, encarando minha boca com uma fome rasgada.

— Você é uma vadia provocadora, sabia? — murmurei bem perto da orelha dela, mordendo o lóbulo com força.

— E você é um safado que passa o ano todo pensando na minha bunda enquanto tá lá na cidade — ela rebateu, enfiando as unhas no meu peito nu e me puxando para um beijo bruto, estalado, com gosto de suor e desejo acumulado.

A boca dela era quente, a língua ávida se enrolando na minha sem pudor algum. A pressão dos corpos colados fez o volume duro na minha calça jeans moída roçar direto no pubis dela. Juliana soltou um gemido alto, sem se importar se o som corria pelo pasto. Puxei a regata branca dela para cima de uma vez só, expondo os peitos fartos, com bicos rijos e escuros do calor e do tesão.

Nossos corpos se chocaram contra a estrutura da cerca de arame farpado. O perigo das pontas afiadas arranhando minhas costas e o ombro dela só aumentava a adrenalina daquela loucura proibida. Prendi as mãos dela no mourão de madeira rústica, sentindo o cheiro de mato, terra molhada e a essência crua do sexo que estava prestes a acontecer.

— Me pega aqui mesmo, seu desgraçado... me come com força — ela sussurrou de forma vulgar, confesso que achei pesado, jogando o quadril contra o meu, me enlouquecendo por completo.

Ajoelhei-me na terra fofa, puxando o short jeans dela para baixo com violência, rasgando o zíper no processo. A calcinha de algodão simples foi puxada de lado, revelando a buceta totalmente molhada, exalando um cheiro quente e convidativo que me fez perder qualquer resquício de juízo.

nada me tira da cabeça que ela já estava preparada , não tinha como aquela buceta estava tão cheirosa diante de sol de lascar o cano.

Passando a língua com força da virilha até o clitóris rijo, ouvi Juliana gritar alto, cravando as botas na terra e segurando o arame farpado atrás de si sem nem se importar com as pontas afiadas.

Eu já não era o primo comportado e ela não era a priminha certinha da roça. Éramos dois bichos no meio do mato, consumidos por uma devassidão acumulada há anos. Levantei-me rapidamente, desabotoando minha calça e libertando meu pau, que pulou rijo, pulsando de veias saltadas, direto contra a coxa dela.

Ela olhou para baixo, deu um sorriso de deboche e luxúria, e segurou a base do meu pau com a mão quente, apertando com força antes de me puxar para cima de si.

ela começou a me chupar parecia que já tinha uma certa experiência, apesar que suavidade passou longe dela, ela chupou com bastante força no começo, aos pouco fui ditando o ritmo, quando ela acertou o ritmos me deu uma das melhores mamadas da minha vida, ela tira a cabeça da boca e descia chupando ate a base como uma profissional.

sempre perguntando se tava gostoso, esta parte eu perdia o tesao so grite… para de falar vagabunda e me chupa.

Parece que isto subiu o tesão dela, ela começou uma mamada frenética que quase não consigo segurar, foi por pouco que não terminou nossa brincadeira.

ela se ajeitou, eu fui socando devagar meu cacete naquela maravilhosa buceta, tava tão molhada que chegava escorrer,o calor que tava era fora de serie parecia que tava com febre na xota, que mulher gostosa.

eu fiquei na vontade de comer o cuzinho dela mas nas minhas tentativas todas foram bloqueadas,mas não me impediu de esfolar aquela buceta com força.

eu gozei com tanta força que a batata da perna travou…que loucura… ela quase desmaiou ficou um pouco tota, segundo ela ficou um zumbido no ouvido

Depois que a tempestade passou, ficamos largados sobre a grama baixa perto do córrego, o som dos grilos e do vento nas folhas de ingá preenchendo o silêncio pesado da tarde. O suor secava devagar no meu peito, misturado com a poeira vermelha da terra. Juliana estava deitada com a cabeça no meu peito, os peitos ainda nus subindo e descendo num ritmo calmo, um sorriso satisfeito estampado no rosto moreno.

Ajeitei as calças devagar, vendo-a vestir a regata e tentar fechar o short com o zíper quebrado. Ela deu uma risada baixa, maliciosa, ajeitando o cabelo desarrumado.

— Como é que eu vou voltar pra casa grande com esse short rasgado, primo? — perguntou, passando a mão na minha coxa com intimidade.

— Inventa que enroscou no arame farpado — respondi, pegando o facão da terra e limpando a lâmina na calça antes de guardá-lo na bainha. — Afinal, não deixa de ser verdade.

Ela se levantou, deu um tapa estalado na minha bunda e deu me as costas, caminhando de volta pelo trieiro do pasto com aquele mesmo rebolado afrontoso. Ficou no ar o cheiro do nosso sexo e a certeza absoluta de que aquele janeiro de 2001 na roça tinha mudado tudo entre nós para sempre.

depois vou relatar aqui a história da fogueira!!

se quiserem eu relato

tivemos varios momentos antes de mudar pra cidade.

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Escrito por Admin

Autor(a) e criador(a) de contos no Lamia Club.

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