A linha profissional que havíamos cruzado na sala de reuniões se transformou rapidamente em um caminho sem volta. O escritório já não parecia suficiente para conter a tensão que se acumulava entre nós. Para garantir total privacidade longe dos olhares da empresa e dos corredores da capital, estruturei uma viagem de negócios de três dias sob o pretexto de negociar a aquisição de um grupo hoteleiro no litoral.
O destino era um resort exclusivo, encravado entre falésias e com vista panorâmica para o oceano. Reservei a suíte presidencial no último andar: um espaço amplo, com iluminação suave, piso de mármore claro e uma varanda aberta para o som constante das ondas batendo contra as pedras.
No segundo dia da viagem, o clima de trabalho havia desaparecido por completo. No início da noite, preenchemos a grande banheira de imersão do banheiro principal com água morna e sais aromáticos. A iluminação vinha apenas das luzes suaves do jardim externo que transpareciam pelos vidros espelhados. Ali, longe de qualquer compromisso ou telefone tocando, deixamo-nos levar pelo ritmo calmo do momento. O contraste entre o calor da água e a brisa fresca que entrava pela janela criava a atmosfera perfeita para a nossa cumplicidade.
Após o banho, envoltos em robes macios de algodão, fomos para a sala de estar da suíte. Ela serviu duas taças de vinho branco enquanto eu observava o horizonte escuro do mar através da fachada de vidro. O desejo contido deu lugar a um segundo ato de carícias lentas e profundas no sofá central da suíte. A entrega era absoluta, pautada por semanas de segredos e pela sensação libertadora de estarmos completamente isolados do resto do mundo.
O que nenhum de nós esperava era que o isolamento estivesse prestes a ruir.
Ela havia deixado a porta de entrada da suíte apenas encostada no trinco para que o serviço de quarto trouxesse um pedido mais tarde. Foi esse pequeno descuido que mudou tudo.
Sem qualquer aviso ou batida na porta, a entrada da sala se abriu. De início, pensei que fosse algum funcionário do hotel, mas quem cruzou o hall foi uma garota jovem, usando roupas casuais de viagem e carregando uma bolsa a tiracolo. A semelhança física entre as duas era impressionante — a mesma postura, os cabelos escuros e o olhar marcante —, mas a expressão na cara da recém-chegada era de puro choque.
Era Mariana, a irmã mais nova. Ela havia viajado para a cidade praiana no mesmo dia a convite secreto da irmã, sem que eu tivesse a menor ideia, e conseguiu acesso ao andar com o cartão reserva deixado na recepção.
Mariana congelou no meio da sala ao nos ver juntos no sofá, com as taças caídas no tapete e a intimidade da cena completamente exposta.
O choque foi imediato. Aos 41 anos, habituado a gerenciar grandes crises corporativas e a manter a calma sob pressão, eu simplesmente travei. Por alguns segundos que pareceram uma eternidade, o ar da sala desapareceu. Fiquei em absoluto silêncio, sem reação, encarando a figura da garota que nos observava com os olhos arregalados.
Minha parceira deu um pulo do sofá, cobrindo o corpo com o robe enquanto o rosto empalideceu.
— Mariana?! O que... o que você tá fazendo aqui agora? — balbuciou ela, com a voz falhando pelo pânico.
Tentando quebrar o peso sufocante daquele silêncio e impulsionado pelo nervosismo absoluto do momento, deixei escapar um comentário infeliz, em tom de piada desastrosa:
— Por que não chama ela pra nossa brincadeira?
O estalo do tapa no meu rosto ecoou por toda a suíte antes que eu pudesse concluir o raciocínio. A reação dela foi imediata e carregada de indignação:
— Ela é minha irmã, seu escroto!
Eu segurei o rosto, ainda assimilando o golpe e a gravidade do meu erro, quando Mariana deu um passo à frente. Ela olhou para o espaço, analisou o luxo do ambiente, encarou a irmã e depois fixou os olhos em mim com uma expressão fria e calculada, que passou do choque inicial para um sorriso sutil de provocação.
— Pode não ser uma ideia tão ruim... — disse Mariana, com a voz firme e pausada.
A irmã olhou para ela, estarrecida, sem conseguir acreditar no que estava ouvindo.
— Você ficou louca, Mariana?! Isso é uma loucura, não tem como dar certo!
Sem dar ouvidos aos protestos ou perder a compostura, Mariana colocou a bolsa sobre a mesa lateral, deu mais um passo em nossa direção e desabotoou a jaqueta leve que vestia, deixando-a cair no chão e revelando a blusa ajustada ao corpo.
— Estou pronta — disse Mariana, mantendo o olhar fixo e desafiador. — O que quer que eu faça?
neste momento ela foi tirando sua roupa ficando completamente nua,enfrente a nos
—acho que esta água tão maravilhosa posso entrar ai com voce? disse ela olhando em minha direção, minha parceira apenas balançou a cabeça concordando.
ficou dificil esocnder o tesao, eu tava completamente tomado pelo tesao,
minha pica estava tao dura que chegava doer na parte da base.
eu com as duas em uma banheira.. inacreditável, mariana começou a roçar seu pé em meu cacete com muita delicadeza, beatriz começo me punhetar embaixo da água, quando viu que eu estava quase socando os dedos em sua irmã ela apertou com força a cabeça do meu cacete como se estivesse com ciumes
O silêncio voltou a tomar conta da suíte, mas agora impregnado por um novo tipo de tensão. O jogo de controle que eu julgava dominar havia fugido inteiramente do meu alcance, transformando aquele retiro secreto em um cenário completamente imprevisível.
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