romance, seduçao, perigo

O primo pegando a vizinha da fazenda ao lado

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O sol forte de meados de fevereiro de 2001 castigava as divisas das propriedades. Apenas duas semanas haviam se passado desde aquele encontro avassalador no pasto do fundo com Juliana. A tensão entre nós continuava fervendo nos olhares disfarçados durante as refeições na casa grande, mas o cotidiano da roça exigia trabalho contínuo.

A fazenda vizinha, a Santa Rita, era dividida por um corredor de carreiro e um riacho raso. O dono era Seu Lindolfo, um velho criador de gado que tinha trazido recentemente para morar consigo a neta, Mariana. Ela tinha dezenove anos e viera da sede do município para passar uma temporada no campo.

Mariana era o oposto do estilo de Juliana. Enquanto a minha prima tinha o corpo atarracado, pernas grossas de fêmea do mato e um jeito bruto de pisar a terra, a vizinha trazia a delicadeza vaidosa das meninas da cidade pequena. Era magra, de cintura fina e quadris desenhados, pele clara ligeiramente sardenta nos ombros por conta do sol da tarde, e cabelos castanhos-claros lisos que batiam no meio das costas, sempre cheirosos com shampoo de frutas. Costumava usar shorts curtos de algodão colorido e regatinhas de alça fina que destacavam seus seios pequenos e empinados.

Naquela tarde de terça-feira, meu tio me enviou para vistoriar o bambuzal que margeava o riacho da divisa, local onde o gado de Seu Lindolfo costumava pular a cerca baixa. Cheguei ao local carregando o habitual facão na bainha e um rolo de arame galvanizado. O silêncio da baixada era quebrado apenas pelo borbulhar da água limpa correndo sobre as pedras polidas.

Foi quando ouvi o barulho de água agitada e risos baixos.

Avancei no meio da vegetação fechada e vi Mariana sentada numa pedra grande no meio do riacho. Ela estava com as pernas mergulhadas até o meio da coxa, usando um shortinho amarelo bem justo e uma blusa branca sem mangas. A barra do short estava molhada e grudada na pele clara, revelando o contorno exato de suas pernas delgadas. Ao notar minha presença, ela não se assustou; apenas jogou os cabelos para trás e deu um sorriso largo, mostrando os dentes alinhados.

— Pensei que ninguém passava por esses lados a esta hora, vizinho — disse ela, com uma voz fina e cantarolada, ajeitando a alça da blusa que escorregava pelo ombro.

— Vim olhar a cerca do bambuzal. O gado do seu avô tá querendo passar pro nosso lado — respondi, parando na margem e apoiando o cabo do facão na cintura, observando a figura atraente que se destacava na água clara.

— Meu avô só pensa em boi. Eu fico lá naquela casa sem ter com quem conversar o dia todo — ela reclamou manhosamente, levantando-se da pedra e caminhando pela água rasa até a minha margem.

A aproximação dela trouxe o cheiro doce de perfume barato misturado ao aroma do mato. Mariana parou a poucos centímetros de mim, olhando-me de baixo para cima com uma curiosidade aberta, destituída da malícia rústica de Juliana, mas carregada de uma provocação ingênua e direta.

— Sua prima Juliana me disse que você era tímido... mas não me parece nada tímido olhando pra mim desse jeito — provocou ela, cruzando os braços abaixo dos seios pequenos, o que fez o decote da blusa se abrir ainda mais.

— A Juliana fala demais. E você não devia acreditar em tudo o que ela diz — retruquei, sentindo o calor do meu corpo aumentar com a presença da garota.

— Ela disse que você gosta de andar sozinho pelo mato. Eu também tô aprendendo a gostar...

Sem pedir licença, Mariana estendeu a mãozinha macia e tocou meu peito nu, limpando uma folha seca que estava grudada na minha pele suada. O toque suave dos dedos dela desencadeou uma reação imediata. Segurei seu pulso firme, e ela deu uma risadinha abafada, inclinando o rosto para frente sem demonstrar qualquer intenção de recuar.

A ausência de qualquer pessoa num raio de quilômetros e a lembrança do desejo solto no ar desde as últimas semanas me fizeram puxá-la pela cintura. Mariana soltou um pequeno suspiro de surpresa quando nossos corpos se chocaram. A pele dela era fria da água do riacho, contrastando com o fogo que queimava no meu peito.

— Você é muito afoito, sabia? — sussurrou ela, embora já estivesse passando os braços pelo meu pescoço.

O beijo veio rápido e úmido. A boca de Mariana tinha gosto de chiclete de hortelã. Diferente da agressividade de Juliana, o beijo da vizinha começou suave, mas rapidamente ganhou intensidade à medida que enfiou as unhas curtas na minha nuca. Levei-a até a sombra de um ingazeiro grande, onde a relva baixa formava um tapete macio sobre a terra fofa.

Deitei-a sobre a grama, acompanhando seu corpo magro e flexível. O short amarelo foi puxado para baixo sem resistência, revelando a pele alva da virilha e a pelezinha delicada que me deixou completamente fora de mim.

nao sei como a coisa foi tao rapido a este ponto mas ali estava eu ja degustando aquela mulher deliciosa, ela parecia ter pressa para ser fodida.

cada cozinheiro tem um método para fazer o mesmo bolo, eu tive que ir com calma aprendendo o que ela gostava.

ela parecia não gostar de algo muito violento, ela evitando que eu a chupasse, acredito que alguém a traumatizou deste delicioso prazer.

tive que ir ganhando ela com calma, sempre que minha boca chegava perto de sua buceta ela me repelia, eu fui com calma chupei muitos seus peitos mas sempre focado no objetivo não poderia me perder… se é que me entende

ela deixava passar a mão, enfia o dedo etc..

Aproveitei desta falhas, fiquei beijando na linha do umbigo enquanto massageava sua xota com a ponta dos dedos, passa a lingua dentro de seu umbigo, ela foi relaxando eu fique um vai e vem indo perto grelo e subindo para o umbigo.

a cada descida eu ia pouco a pouco mais pra baixo, eu queria sentir o gosto dela..

em um momento toque a língua em seu grelo ela tentou repelir antes disso eu já estava subindo com minha boca até seu umbigo enquanto massageava sua buceta com dento já atolado nela, ela relaxou eu notei ali o momento de fazer acontecer, fui descendo ela não reagiu, toquei a língua ela reagiu bem pouco, ela estava concentrada no meus dedos atolado na sua buceta.

enfim consegui pegar seu grelo do jeito que eu queria ela deu um gemido tão forte e se jogou, relaxando profundamente.

acredito que quebrei o gelo neste exato momento, ela abriu bem as pernas eu coloquei minha cabeça e chupei bem devagar bem gostoso, fui enfiando a lingua dentro dela,ela começou a me conduzir para seu grelo, ali eu ja sabia que tinha ganhado aquela batalha.

eu comecei a subir beijando ela, e posicionando meu cacete bem na entrada daquela buceta, ela foi me puxando pra dentro, me abraço e foi gemendo bem de leve no meu ouvindo, ela conduziu o ritmo, foi um sexo bem suave fui socando bem lentamente,ela gzou minutos depois da penetracao eu demorei um pouco mais, mas ela nao perdeu o ritmo passando as unhas em minha nuca…

eu quando comecei a gozar ela me abraçou com muita força, parecia não querer perder nenhuma gota.

que maravilha de sexo

ela me falou que quando mais nova ficou com um carinha que foi chupar ela, o cara mordeu o grelo dela com força ela passou dias sentindo dores fortes… e nunca mais depois disso tinha deixado alguém chegar tão perto do preciso grelo.

Quando o frenesi terminou, ficamos deitados na sombra, ouvindo o barulho suave da água do riacho. Mariana ajeitou a blusa branca e vestiu o short amarelo, sacudindo as folhinhas secas que ficaram grudadas no cabelo castanho. Ela me olhou com um sorriso satisfeito e brincalhão, passando a mão macia pelo meu rosto antes de se levantar.

— Agora preciso voltar antes que meu avô sinta minha falta na cozinha — disse ela, limpando as pernas claras com as mãos.

— Vai por onde veio, pra ninguém ver você cruzando o corredor — avisei, ajeitando minha calça jeans e pegando o facão do chão.

Ela deu uma piscadela e saiu caminhando pela água rasa, desaparecendo no bambuzal da fazenda Santa Rita.

Três dias se passaram sem que eu tivesse oportunidade de encontrar Mariana novamente. No final da tarde de sexta-feira, eu estava sentado no banco da varanda da casa grande, amolando a lâmina do facão numa pedra de cera, quando vi Juliana se aproximar a passos firmes vinda do terreiro.

O rosto da minha prima estava fechado, e os olhos pretos faiscavam de uma raiva contida. Ela parou bem na minha frente, cruzou os braços fartos sobre o peito e me encarou com um desprezo carregado de ciúme.

— Bonito, né, primo? — disparou ela, a voz baixa para não alcançar os cômodos internos da casa.

— Do que você tá falando, Juliana? — perguntei sem levantar os olhos da pedra de amolar.

— Da vizinha. A Mariana esteve aqui mais cedo enquanto você estava no curral do fundo. Veio pedir um pouco de fermento pra tia... e aproveitou pra me puxar num canto do terreiro.

Parei o movimento da lâmina na pedra e olhei para ela.

— Ela me contou tudo, seu desgraçado — continuou Juliana, dando um passo à frente e cravando os dedos no meu ombro com força. — Contou tintim por tintim o que vocês fizeram lá no riacho do bambuzal na terça-feira. Disse até que você é muito mais apressado do que parecia.

Dá para ver a veia do pescoço de Juliana pulsando de pura fúria. A pose de garota dona da situação tinha ruído por causa do ciúme da vizinha novinha.

— A gente não tem nada preso, Juliana. Você mesma disse que arame farpado só segura o que quer fugir — respondi com um sorriso provocador, tentando disfarçar a surpresa pela ousadia de Mariana.

— Você é um safado nojento — sussurrou ela, aproximando o rosto do meu, com os lábios trêmulos de raiva e desejo reprimido. — Mas não pensa que aquela patricinha da cidade sabe fazer metade do que eu faço com você naquele pasto. Você é meu primo, e o que é feito na nossa terra fica entre a gente.

Juliana deu me as costas bruscamente e entrou para a casa grande, batendo a porta de madeira com força, deixando no ar a promessa de que aquele ciúme ainda renderia encontros muito mais perigosos na roça.

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Escrito por Admin

Autor(a) e criador(a) de contos no Lamia Club.

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