insesto,segredos

casal de primos na fazendo o primeiro anal dela

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O sol de fim de tarde descia devagar sobre o horizonte da Bahia, tingindo o céu com um tom alaranjado e denso que parecia incendiar as copas das jaqueiras. Era aquele intervalo curto, entre as cinco e as seis e meia da tarde, em que a roça parecia suspender o fôlego: o mormaço sufocante do dia começava a dar uma trégua, os passarinhos procuravam abrigo nas mofinas e a poeira da estrada parecia baixar devagar.

Naquela tarde, a casa grande tinha ficado completamente vazia. Os velhos — meu pai, meu tio e minha tia — tinham prendido a carroça(rural veia) e saído para a rua na intenção de buscar sacos de ração para os porcos e resolver uns compromissos no comércio da cidade. A previsão era voltarem só no começo da noite, dando a mim e a Juliana uma janela de tempo rara, arriscada e absurdamente tentadora.

Eu estava no curral de madeira de lei, limpando os cochos e ajeitando as tábuas do cercado. O cheiro forte de esterco seco, feno e terra batida tomava conta do ar abafado. O silêncio do lugar só era quebrado pelo mugido distante de uma vaca na baixada do pasto e pelo som compassado da minha enxada batendo no chão. Eu estava sem camisa, com o suor escorrendo pelo peito e grudando a poeira fina na pele.

Foi quando ouvi o rangido seco e característico da porteira de madeira pesada.

Virei-me para olhar e vi Juliana entrando devagar. O sol poente batia de lado no rosto dela, iluminando a pele bronzeada, o suor fino no travessão do nariz e os cabelos castanhos levemente desalinhados pelo vento do final de tarde. Ela usava um vestido simples de chita florido, curto até a metade da coxa, com um decote solto que deixava metade dos ombros à mostra. Caminhava sem pressa, com a audácia e o rebolado de quem sabia perfeitamente o impacto que causava em mim.

— Os velhos já dobraram a curva da estrada de terra — disse ela, encostando a porteira atrás de si sem fazer ruído. — A gente tem até o escurecer.

— Vim te trazer uma coisinha pra você comer.

ela segurava uma garrafa de café, na vasilha alguns pedaços de bolo de milho!

ela me viu olhando pra garrafa de cafe ela disse

— Nao to falando de café não viu seu sonso.

— Você não perde uma chance de procurar confusão, né, Juliana? — falei, apoiando o cabo da enxada no chão e limpando o suor da testa com o antebraço, sentindo o sangue esquentar na hora.

— E você por acaso perde? — ela respondeu com aquele sorriso torto e provocador que me enlouquecia.

ela caminhou sem hesitar até o monte de feno seco acumulado no canto coberto do curral. Juliana olhou em volta, conferindo o ambiente rústico, as tábuas grossas do cercado e a penumbra que começava a tomar conta do espaço. A ausência dos adultos criava uma atmosfera pesada, onde cada minuto valia ouro antes que o barulho do motor da Rural ou o relincho dos cavalos anunciasse o retorno da família.

Ela se aproximou de mim a passos lentos. Sentir a proximidade da pele dela ali, em pleno curral, com a luz do entardecer sumindo gradativamente, acendeu instantaneamente toda a tensão acumulada entre nós desde aquela noite da fogueira.

— O tempo tá correndo, primo... — sussurrou ela, cravando as unhas no meu peito nu e me puxando para perto com força.

Puxei-a pela cintura com estupidez, colando o corpo quente dela ao meu. O contraste da minha pele suada com o tecido macio do vestido dela fez o resto de juízo que me sobrava sumir. Juliana jogou a cabeça para trás, emitindo um gemido abafado quando minha boca encontrou a dela num beijo bruto, molhado e cheio de língua. Nossos corpos se chocaram contra a madeira do cercado, e o perigo de alguém aparecer na estrada só tornava tudo mais violento e desejado.

Minha mão desceu rápido pelo quadril dela, erguendo o vestido de chita até a cintura. Ela não usava calcinha. A descoberta fez meu pau pulsar tão duro dentro da calça jeans que chegou a doer. Passei a mão espalmada pela coxa quente dela, sentindo a umidade da buceta que já escorria entre as pernas.

— Você tá encharcada, sua safada... — murmurei contra o pescoço dela, dando uma mordida forte no ombro macio.

— É culpa sua, seu desgraçado... me pega de uma vez antes que eles cheguem — ela pediu baixo, arfando alto, manhosamente, esfregando a sua buceta muito molhada direto contra o volume da minha calça.

Empurrei Juliana com cuidado sobre o monte de feno seco. Ela se deitou de costas, abrindo as pernas sem pudor algum, puxando o vestido até a altura do peito e expondo os peitos fartos, com os bicos rijos apontados para o teto de palha do curral. A luz alaranjada do pôr do sol atravessava as frestas das tábuas de madeira, iluminando o corpo moreno e entregue da minha prima.

Desabotoei a calça jeans às pressas, libertando meu pau que saltou rígido, pulsando de veias saltadas e besuntado pelo próprio pré-gozo. Ajoelhei-me entre as pernas abertas dela, sentindo o cheiro forte de mato, feno e sexo exalando da virilha dela.

confesso que a pressa me impedia de fazer um sexo oral nela de qualidade, mas chupei ela bem devagar e novamente fui passando a lingua em seu rabo gostoso…

ela só apertou minha cabeça contra ela com força,parecia quer que eu entrasse dentro dela..

ela parecia ter pressa, foi me puxando me beijando e já encaixando, ela cruzou as pernas em minha cintura eu meti nela com muita vontade com muita força

passamos quase uns 5 minutos neste vai e vem ela pediu para trocar de posição, eu deitei ela veio por cima de frente colocando as mãos em meu peito.

ela apoiou todo seu peso no meu peito com as mãos e praticamente pulava na minha caceta , puxou minha mao para aperta seu peito e sua bunda… ela gozou muito rapido mesmo chega fiquei triste mas ela nao quis para me fez gozar uma vez, em seguida veio com um baita presente subiu em cima novamente colocou a mao no meu peito, botou meu cacete bem n entrada de seu cuzinho e me olhando nos olhos foi descendo, deu pra sentir que ela tava com dor,aos pouco ela foi se soltando e começo a quicar com com força mesmo, um sobe desce violento. ela gemia com tanta força que achei que daria para ouvir da cidade, ela pedindo vai primo gozada dentro…. gozada… eu nao resisti e fui soltando leite dentro dela, que gozada deliciosa.

Quando o azul-escuro da noite finalmente tomou conta do céu e as primeiras estrelas surgiram sobre o telhado do curral, a poeira e o calor do momento começaram a baixar. As respirações descontroladas foram dando lugar ao som dos grilos e ao coaxar dos sapos no açude perto da baixada.

Ficamos alguns minutos deitados sobre o feno, sentindo a brisa fria do início da noite arrepiar a pele suada. Juliana encostou a cabeça no meu peito, risonha, traçando círculos no meu umbigo com a ponta do indicador.

— Você é um perigo, sabia? — disse ela, a voz rouca e satisfeita.

— Eu? Você que veio atrás de mim no curral com esse vestido curto — respondi, dando um tapa estalado na bunda macia dela.

O som distante de um motor urrando na estrada de terra cortou o silêncio e nos fez saltar de uma vez.

— São eles! — disse ela num sobressalto, ajeitando o vestido de chita com pressa e sacudindo os fiapos de feno grudados na roupa e no cabelo bagunçado.

Ajeitei a calça jeans às pressas, abotoando o cinto enquanto o coração batia na garganta. Peguei a enxada do chão e fingi continuar limpando o cocho de madeira, enquanto Juliana corria os dedos pelos cabelos para disfarçar a devassidão e limpava as coxas com a barra do vestido.

Ela me olhou uma última vez por cima do ombro, dando uma risadinha abafada e cúmplice antes de empurrar a porteira de madeira e caminhar apressada em direção à casa grande.

Poucos minutos depois, os faróis amarelos da Rural iluminaram o terreiro de terra batida, trazendo os velhos de volta do comércio da rua, sem que ninguém jamais imaginasse a loucura que tinha acabado de acontecer na penumbra do curral.

o pessoal veio também trazendo de carona uma vizinha novinha que minha prima odiava, mas este fato vai ser para outro conto.

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Escrito por Admin

Autor(a) e criador(a) de contos no Lamia Club.

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