Traicao, insesto

Casal de Primos pegos no flagra

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O eco do meu próprio suspiro abafado ainda reverberava no meu peito quando senti o tremor nas mãos dele. A porta daquela sala reservada no fundo do restaurante do hotel havia ficado apenas encostada. Foi um erro crasso, fruto da urgência insensata que sempre nos consumia quando ficávamos a sós.

Lucas, meu primo — o homem com quem eu jamais deveria ter cruzado a linha do proibido —, mantinha as mãos firmes na minha cintura. Eu estava encostada contra a borda da pesada mesa de mogno, de olhos entreabertos, tentando recuperar o fôlego e alinhar o tecido do meu vestido. Meu casamento lá fora parecia uma realidade distante, uma vida paralela que eu fingia esquecer a cada encontro clandestino com ele. Mas a ilusão de segurança ruiu em uma fração de segundo.

estavamos tao vidrados na emocao, no calor do sexo que nos perdemos no quesito segurança.

uma mistura louca de medo com tesao toma conta de mim , Lucas estava abocanhando meus peitos enquanto fazia uma massagem fenomenal em minha xota,não sei o que ele estava esperando não tinha mais o que molhar.

ja estava praticamente escorrendo pelas pernas, mas ele queria me torturar um pouco mais .

ele se posicionou dentro das minhas pernas e começou com pinceladas sulties, minha xota parecia querer engolir aquela pica,ele foi colocando lentamente sem pressa, eu so fui viajando nao conseguir mante meu olhos focados, eu ja esta em transe.. quando…

Ouvi o estalar sutil no taco do corredor. Vi, pelo canto dos olhos, a sombra projetada no vinco da porta de vidro fosco.

Meu corpo congelou por inteiro. O sangue gelou nas minhas veias, e a adrenalina dissipou instantaneamente qualquer vestígio de prazer. Segurei os ombros de Lucas com força, parando-o no ato.

Pelo vão entre a dobradiça e o batente, vi a silhueta de Renato. Ele não era um estranho qualquer. Era o nosso sócio principal na viagem de negócios — e, para piorar, era amigo próximo do meu marido.

Renato permaneceu imóvel por três segundos intermináveis. Ele não gritou, não bateu à porta, não limpou a garganta. Ele apenas olhou. Vi o reflexo da iluminação do corredor bater em seu rosto enquanto ele observava minhas pernas descobertas, o terno desalinhado do meu primo e a intimidade explícita que nos denunciava. Em seguida, deu meia-volta com passos calculados e lentos, desaparecendo pelo corredor.

— Ele viu… — murmurei, a voz falhando, o ar sumindo dos meus pulmões.

Lucas tentava abotoar a camisa com os dedos trêmulos, fingindo um controle que claramente não tinha.

— Calma… A iluminação aqui dentro é fraca, a porta estava quase fechada. Ele não deve ter certeza de nada.

— Ele olhou nos meus olhos, Lucas! — sussurrei com desespero, ajeitando meu vestido com pavor. — Ele sabe que sou eu. Ele sabe que somos nós. E sabe que sou casada.

Corri para o lavabo. Diante do espelho, encarei meu próprio reflexo com horror. Minhas bochechas estavam coradas, meu batom ligeiramente borrado e meu colar torto. Ajeitei tudo o melhor que pude, tentando sufocar a culpa que subia pela minha garganta como veneno.

Quando saímos para o salão principal, o som suave da musica e o murmúrio dos outros clientes pareciam uma piada de mau gosto. Caminhei com passos incertos ao lado de Lucas até a mesa reservada ao fundo, perto da grande janela.

Renato já estava lá.

Ele girava uma taça de vinho tinto com uma calma aterrorizante. Quando nos aproximamos, ele levantou os olhos devagar. Não havia raiva, choque ou nojo em sua face. Havia apenas um sorriso contido, frio e absolutamente dominante.

— Pensei que tivessem se perdido no caminho — disse Renato, com a voz aveludada e pausada. Ele indicou a cadeira de frente para ele. — Puxe a cadeira para sua prima, Lucas. A mesa já estava posta.

Lucas puxou a cadeira para mim. Sentei-me sentindo minhas pernas fraquejarem. A toalha de linho branco escondia minhas mãos que tremiam no meu colo.

— Fui apenas ajudar a minha prima a achar a recepção — justificou Lucas, a voz um tom acima do normal, traindo seu nervosismo enquanto se servia de água.

Renato levou a taça aos lábios, bebendo um gole lento. Seu olhar passeou de Lucas para mim, demorando-se no meu pescoço — onde eu sabia que havia uma marca sutil da barba do meu primo — antes de fixar-se diretamente nos meus olhos.

— Compreendo — disse Renato, inclinando-se ligeiramente sobre a mesa. — É muito nobre da sua parte cuidar tão bem da sua família, Lucas. Afinal, laços de sangue e compromissos de casamento são coisas que devemos tratar com extremo… cuidado. Não acha, prima Helena?

Senti um calafrio violento percorrer minha espinha. A menção ao meu casamento e ao nosso parentesco na mesma frase foi uma estocada precisa. Ele estava saboreando o nosso pavor.

— O ambiente lá atrás estava abafado, Renato — respondi, forçando uma firmeza que eu não sentia, tentando sustentar o olhar dele.

— Percebi — respondeu ele, com um meio sorriso enigmático. — Você parece especialmente corada. Espero que o seu marido não se importe de eu ter pedido este vinho para comemorarmos a noite. A propósito… o sinal no seu telefone está bom aqui? Ele costuma ligar a esta hora, não é?

Lucas engoliu em seco ao meu lado. Olhei para a taça de vinho na minha frente, ciente de que, a partir daquela noite, o nosso segredo não pertencia mais apenas a nós dois. Renato tinha o nosso destino nas mãos, e o jogo de chantagem e silêncio estava apenas começando.

breve a parte dois

deixa nos comentários se querem a parte 2

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Escrito por Admin

Autor(a) e criador(a) de contos no Lamia Club.

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