Olá pessoal! Essa história aconteceu quando eu tinha 24 anos. Meu nome é Gabriel e, na época, eu tinha acabado de me formar em Medicina Veterinária e atendia a domicílio em chácaras e residências da região.
Uma das minhas clientes mais assíduas era a família do Dr. Fernando, um agrônomo de 55 anos que vivia viajando para prestar consultorias pelo país. A esposa dele, a dona Helena, de 40 anos, era arquiteta, muito elegante e vaidosa, corpao de dar inveja deixava de p duro encostava os peito em mim de sacanagem. Na propriedade também morava a filha mais velha dele, a Larissa: 25 anos, bióloga, dona de cabelos pretos compridos, olhos claros e um charme que não passava despercebido.
Numa tarde ensolarada de sábado, recebi uma ligação urgente da Larissa dizendo que a cadelinha de estimação deles estava meio apática e precisava de uma avaliação. Peguei minha maleta de atendimento, coloquei os medicamentos no carro e fui até a propriedade. Como eu já era conhecido da família, o portão automático lateral ficava encostado para a minha entrada. Deixei o carro na garagem e fui até a varanda, onde a ficha e o valor da consulta costumavam ser deixados.
Ao chegar lá, a mesa de madeira estava vazia. Fiquei aguardando alguns minutos até que a porta de vidro da varanda se abriu e a Larissa apareceu usando um vestido leve de verão, logo de cara vi que nao tinha nada por baixo daquele vestido.
— Gabriel? Não sabia que você já tinha chegado! — disse ela, surpresa.
— O comprovante e a taxa não estavam na mesa, Larissa. Fiquei esperando para acertar e começar o atendimento.
— Estranho... a Helena me disse que tinha deixado aí antes de ir ao centro. Vou ligar para ela.
Ela pegou o celular e ligou. Pelo viva-voz, ouvimos a dona Helena avisando que tinha esquecido a carteira e pedindo para eu passar lá no final da tarde para acertar.
— Poxa, Gabriel, me desculpa pelo contratempo — disse Larissa, sem jeito. — Você veio até aqui no calor do meio-dia. Quer entrar para tomar um suco bem gelado enquanto dou uma olhada na bella com você?
Aceitei o convite. Entramos na sala espaçosa e arejada. Enquanto eu examinava a cadelinha (que no fim só estava com um cansaço leve pelo calor), a conversa entre nós foi ficando cada vez mais descontraída. Havia um clima evidente no ar, uma tensão guardada que nenhum dos dois disfarçava mais. Quando terminei de guardar os equipamentos na maleta e me virei para me despedir, Larissa deu um passo à frente, olhando diretamente nos meus olhos. O inevitável aconteceu: um beijo intenso, quente e cheio de sintonia.
O clima esquentou rapidamente ali mesmo no sofá da sala, entre risos abafados e suspiros, quando repentinamente ouvimos o barulho da porta principal da casa se abrindo e passos no corredor.
ela sempre me deixou cheio de fogo, imaginar a possibilidade de meter gostoso naquela mulher me fez perder o senso, perdi o medo e fui pra cima.
ela começo a tirar a roupa com pressa, nossa que delicia ver aquela mulher toda nua na minha frente, na verdade nas minhas mãos
— Mas o que está acontecendo aqui?! — perguntou uma voz firme na porta da sala.
Era a dona Helena, que tinha voltado mais cedo porque a loja no centro tinha fechado. Larissa e eu nos afastamos no mesmo segundo, ajeitando as roupas e tentando disfarçar o pânico evidente no rosto.
Eu já estava pronto para pedir desculpas e pegar minhas coisas rapidamente, quando dona Helena encostou no batente da porta, cruzou os braços e soltou uma gargalhada ao ver nossa reação.
— Vocês dois deviam ver a cara de pavor de vocês! — brincou Helena. — Gabriel, você sempre foi super atencioso com os animais daqui... e Larissa, você passa a semana inteira falando das suas consultas! Não precisam morrer de vergonha. Que tal a gente ir para a cozinha tomar um café e conversar com calma?
O alívio foi imediato. O clima de susto se transformou em uma conversa super leve entre nós três, cheia de brincadeiras e boas risadas.
Mas o dia ainda guardava uma última surpresa.
Enquanto estávamos lá conversando, ouvimos batidas fortes e apressadas na janela de vidro que dava para a varanda. Tomamos um susto enorme!
Quando olhamos para fora, era o Seu Eduardo, o vizinho do sítio ao lado, acenando sem parar e gesticulando:
— Ô de casa! Dona Helena! O portão da frente ficou encostado e o cavalo de vocês foi parar no meio da rua!
Nós três nos olhamos em silêncio, segurando o riso. Corremos todos juntos para a rua para resgatar o animal antes que o bairro inteiro soubesse da confusão daquela tarde!
depois deste dia quebramos o gelos, vou falar em outro momento do dia que fomos para ver os peixes, nossa aquele dia naquela casinha foi inexplicável.
comenta aqui se querem o relato!!
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