Relato, Sedução, Proibido, Segredo, Paixão

O Segredo da Casa de Campo

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O Segredo da Casa de Campo

Preciso contar isso para alguém, preciso desabafar porque isso não sai da minha cabeça...

Vou me apresentar: meu nome é Camila, tenho 39 anos, sou comunicativa, bem-humorada e casada há mais de doze anos com o Marcelo. Não temos filhos juntos, mas o Marcelo tem um filho de um relacionamento anterior, o Gabriel.

Moramos em uma cidade do interior de São Paulo. O Marcelo trabalha em uma multinacional e muda de filial periodicamente. Por uma grande coincidência, viemos morar na mesma cidade onde o Gabriel vivia com a mãe. Eu já o conhecia há anos, pois ele passava todas as férias conosco. Sempre tivemos uma vida estruturada, casa com piscina, dois carros e um bom padrão financeiro.

Há cerca de um ano e meio, o Marcelo sugeriu trazer o Gabriel para morar conosco para facilitar o custeio da faculdade, já que ele tem 20 anos e cursa Engenharia. O Gabriel é um rapaz reservado, estuda bastante, pratica academia e passa boa parte do tempo no quarto ou no banho, o que sempre achei normal para a idade. Ele sempre me tratou com extremo respeito e educação.

Tudo começou a mudar em um fim de semana em que fomos para um chalé fazenda no interior a convite de um colega de trabalho do Marcelo. O lugar tinha campo de futebol, piscina aquecida e uma grande área de lazer. Estávamos em um grupo com o amigo do Marcelo e os três filhos dele.

Durante a tarde de sábado, ensolarada e quente, decidimos jogar uma partida de futebol misto. Como eu jogo razoavelmente bem, entrei na brincadeira. Bebíamos vinho e os rapazes tomavam cerveja. Em um determinado momento, fui para o time adversário e o Gabriel ficou encarregado de me marcar. Foi ali que comecei a notar algo diferente: a cada disputa de bola, ele vinha por trás, encostava o corpo no meu de um jeito mais firme e firmeza excessiva. Fiquei um pouco desconcertada e decidi sair do jogo alegando cansaço.

Mais tarde, fomos para a piscina jogar vôlei. Eu já estava um pouco alterada pelo vinho. Durante as jogadas na água, senti a mão dele roçar no meu bumbum mais de uma vez ao tentar pegar a bola. No início achei que fosse acidental, mas depois de se repetir, resolvi entrar no jogo para provocar. Em uma jogada próxima, passei a mão levemente no calção dele e senti um volume rígido. Aquilo me deu um frio na barriga instantâneo. Em outro momento, encostei de costas nele e deixei que sentisse meus seios. Ele respondeu com uma encoxada firme que me fez suspirar, me fazendo sentir claramente o membro dele ereto me cutucando. Ele evitava olhar nos meus olhos por vergonha, e logo depois saiu da piscina, provavelmente para disfarçar o volume no calção.

Fui direto para o chuveiro do chalé, completamente excitada. Ao usar o chuveirinho, comecei a me tocar ali mesmo, apoiada na parede do banheiro, até atingir um orgasmo forte que me fez tremer as pernas. Me arrumei, passei perfume e fui para a área comum, onde o Marcelo e os outros riam e conversavam.

À noite, depois de mais taças de vinho e conversas, me deu sono e subi para o quarto. Apaguei as luzes e adormeci. Algum tempo depois, senti alguém deitar ao meu lado de conchinha, me abraçando por trás, passando a mão no meu peito e no meu bumbum. Achei que fosse o Marcelo. Murmurei "hoje não, amor...", mas o volume rígido continuava roçando na minha parte de trás. Como eu ainda estava sob o efeito do vinho e lembrando da piscina, puxei meu calção para baixo e abri um pouco o bumbum para facilitar.

Na primeira tentativa, senti a ponta tentar entrar direto no meu ânus. Recuei imediatamente:

— Não, amor, aí não...

Quando a ponta acertou o canal correto e começou a entrar, percebi algo diferente. Me virei assustada no escuro e vi que era o Gabriel.

— Ficou maluco, garoto? — sussurrei em pavor.

— Por favor, não grita... me perdoa, mas eu não consigo dormir — disse ele, num sussurro desesperado.

— O que você tem na cabeça? Sai do quarto agora!

Tentei empurrá-lo, mas ele me segurou e me beijou com força na boca. Tentei escapar, mas ele me puxou novamente para outro beijo ardente. Sentei na cama, tremendo.

— Eu sei que você também quer. Eu me segurei por muito tempo, mas te desejo demais — disse ele.

— Você quer destruir tudo, garoto?

— Não, ninguém vai saber de nada. Eu só quero sentir você.

Olhei para ele na penumbra e o vi com o calção abaixado até os joelhos. O pau dele era surpreendentemente grande e grosso, muito maior do que o do meu marido. Em um segundo de impulso, tirei o calção, me virei de costas na cama, empinei o bumbum e fiquei em silêncio.

Ele se posicionou atrás de mim, acariciou meus seios, beijou meu pescoço e começou a roçar a cabeça do pau na minha entrada. Ele tentou empurrar direto no ânus novamente, me fazendo dar um tapa na mão dele e morder o travesseiro de raiva.

— Desculpa, desculpa... — ele sussurrou.

Eu mesma segurei a rola dele com a mão e a guiei para a minha vagina. Como eu já estava muito molhada, ele empurrou devagar. Senti aquele pau enorme entrar deslizando, preenchendo tudo por dentro. Dei um gemido abafado, puxando o coberta para a cara e segurando a cintura dele com força. Tinha cerca de 22 cm de comprimento e era muito grosso. Preenchia absolutamente todo o espaço interno.

Por um segundo, entrei em pânico com o risco de alguém aparecer, me levantei e disse:

— É melhor parar, seu pai ou alguém pode chegar a qualquer momento!

— Meu pai saiu com o pessoal, foi no bar da recepção — respondeu ele.

Sentei na cama e encarei a situação.

— Não quero você abrindo a boca sobre isso com ninguém — ordenei.

Segurei o pau dele com as duas mãos e o coloquei na boca, chupando até onde cabia. Depois, me inclinei na cama e tirei a blusa. Ele avançou nos meus peitos, apertando com força enquanto chupava meus bicos. Fiquei por cima dele e guiei a rola grossa para dentro da minha vagina novamente. Sentei devagar até sentir entrar tudo. O canal já estava aberto e lubrificado. Comecei a subir e descer devagar naquele pau imenso, me deliciando com a sensação de preenchimento. Em poucas sentadas, tive um orgasmo forte e continuei rebolando, gemendo baixo.

Logo em seguida, ele avisou que ia gozar. Para não deixar ele gozar dentro da minha vagina, saí de cima dele. Como eu sempre gostei de sexo anal com meu marido, resolvi tentar com o Gabriel. Deitei de lado na cama e ergui a perna.

— Promete que vai devagar? — perguntei.

ele balançou a cabeça concordando.

Segurei a base da rola dele e encostei na entrada do meu ânus. Pressione um pouco, mas era extremamente grosso e doeu. Ele se afastou, molhou os dedos com saliva e colocou um, depois dois dedos no meu ânus, fazendo um movimento rápido para dilatar. Quando ele tirou os dedos, segurei o pau dele e alinhei na entrada.

Ele começou a empurrar devagar. Mordi o travesseiro sentindo aquela rola enorme rasgar e arrombar meu ânus aos poucos. Quando entrou totalmente, fomos parando alguns segundos para acostumar com o tamanho. Em seguida, ele me virou de barriga para baixo, levantou meu bumbum e começou a meter fundo e com força no meu ânus. Eu abafava os gritos no travesseiro enquanto ele me socava com vontade.

— Vou gozar! — avisou ele, acelerando as estocadas finais no meu cu.

Ele descarregou tudo fundo dentro do meu ânus e desabou sobre mim, arfando. Enquanto ele gozava dentro do meu cu, passei a mão por baixo e me masturbei rapidamente na vagina até gozar também.

Ele tirou a rola de dentro de mim, beijou minha bunda e sussurrou:

— Você é exatamente tudo o que eu imaginava...

Em seguida, ele se vestiu e saiu do quarto. Fui ao banheiro e vi que meu ânus estava sangrando um pouco por causa do tamanho. Tomei um banho rápido e dormi. No dia seguinte, quando fui ao banheiro, ainda saía o sêmen dele do meu ânus.

Na manhã seguinte no café, fiquei totalmente sem graça, evitando olhar para ele. Depois percebi que ele tinha mentido: o pai dele não tinha saído na noite anterior, estava dormindo no outro cômodo.

Fiquei bastante dolorida naquelas primeiras 24 horas, mas a experiência me marcou de um jeito único. Voltemos para casa e a rotina seguiu. Ele voltou a me procurar outras vezes quando ficamos a sós e continuei cedendo, deixando ele comer meu cu e gozar lá dentro. Com o tempo, meu corpo se acostumou com aquele pau grosso e não sinto mais dor, apenas um prazer absurdo. Ninguém desconfia de nada até hoje.

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Escrito por Admin

Autor(a) e criador(a) de contos no Lamia Club.

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