O calor sufocante do meio do ano tinha dado lugar ao ar fresco do início das noites de maio. Na fazenda, a escuridão caía de um jeito diferente: sem a iluminação da cidade, a noite sem lua transformava o pasto e o terreiro num breu denso, cortado apenas pelo coaxar dos sapos perto do açude e pelo farfalhar das folhas de mangueira com o vento da noite.
Na varanda da casa grande, o clima era de sossego. Os velhos — meu pai, meu tio e minha tia — tinham passado o dia na lida com o gado e, por volta das oito da noite, o cansaço venceu. Um a um, os passos pesados ecoaram pelo corredor até que as luzes dos quartos se apagassem, restando apenas o ranger habitual do telhado de madeira e o silêncio da roça.
Lá fora, perto do antigo curral de pedra, a fogueira que eu tinha acendido mais cedo estalava, soltando faíscas alaranjadas contra a escuridão. As toras de pau-d'arco queimavam devagar, criando uma brasa forte que avermelhava o chão de terra batida.
— Ficou esperando todo mundo dormir pra ter certeza de que ninguém ia atrapalhar? — a voz de Juliana veio mansinha, saindo da sombra da lateral da casa
levei um susto, cheguei a arrepiar o osso das costa demorei para entender a cena!.
Ela apareceu iluminada apenas pelo clarão oscilante do fogo. Usava uma saia longa e florida, daquelas bem leves que balançam com o vento, e um top escuro de alça fina. O cabelo castanho estava preso num coque frouxo, deixando o pescoço e os ombros à mostra. Desde aquele episódio na cerca de arame no verão, a tensão entre nós não tinha diminuído um segundo sequer; cada olhar trocado na mesa de jantar parecia carregar a memória do suor e do cheiro da terra.
— Se o seu pai acorda e vê a gente aqui fora a essa hora, ele acha que é assombração — respondi em tom baixo, puxando um banco de madeira para perto da fogueira. — Ou que o filho único dele e a filha do meio dele tão aprontando alguma.
— E não tamos? — ela deu um sorriso lateral, pisando descalça na terra fria até parar bem na minha frente.
O calor da fogueira batia nas pernas dela, projetando sombras longas. Juliana não se sentou no banco vago; em vez disso, deu um passo à frente e sentou de lado no meu colo, passando um dos braços pelo meu pescoço. O contraste entre o ar frio da noite e o calor do corpo dela, somado ao cheiro de sabonete barato e mato, fez meu sangue acelerar no mesmo instante.
— Você não toma jeito, Juliana — murmurei, segurando a cintura dela com as duas mãos, sentindo a pele macia sob o tecido fino da saia.
— Você também não. Se quisesse juízo, tinha ido dormir junto com os velhos.
A provocação durou pouco. A lembrança do que tínhamos feito meses atrás na baixada do pasto parecia ter aberto uma porta que ninguém mais conseguia fechar. Puxei o corpo dela para mais perto, e Juliana inclinou o rosto, selando nossos lábios num beijo faminto e abafado pela noite. A língua dela veio quente, sem pressa, saboreando a minha enquanto o estalar das madeiras na fogueira marcava o ritmo.
Desci as mãos pelas costas dela, sentindo a espinha dobrar levemente enquanto o beijo esquentava. O risco de ser pego ali, a metros da janela do quarto dos pais dela, só tornava o desejo mais denso. Juliana soltou um arfar baixo contra a minha boca, jogando o quadril para a frente e sentindo a minha reação imediata sob o jeans.
— A gente é muito sem vergonha, primo... — ela sussurrou na minha orelha, dando uma mordida fraca na minha pele e descendo a mão direita devagar pelo meu peito até a fivela do meu cinto. — Se alguém sai pra ver o fogo, pega a gente no flagra.
— Deixa pegar — respondi, puxando a saia dela para cima e sentindo a pele quente das coxas dela exposta ao ar da noite.
Ela soltou uma risada abafada e se ajeitou sobre mim, puxando meu rosto para outro beijo profundo, enquanto as brasas da fogueira estavam altas, cobrindo o som das nossas respirações descontroladas.
ela tava com tanta vontade que queria que eu a fodesse bem ali, eu fique com medo porque tava muito na frente da casa nao tinha como se esconder.
ela abriu as pernas mandou eu passar a mao , nossa que a bicha tava derretendo…
eu falei pra ela
- Juh ai tu ta testando a minha coragem, tu é safada demais, vamos para a lateral da casa que fica melhor
ela me lançou uma proposta indecente
- quero que você me chupa bem gostoso aqui mesmo no banquinho, aquilo me fez subir um misto de desejo e medo.
- Juh se tu quer entao la vai, eu ia tirar a roupa dela mas ela não deixou, que fui entrando lentamente debaixo daquele vestido, que cheiro delicioso de buceta nova.
- Comecei a passar a língua bem devagar no grelo dela, ela se contorcia toda, apertou minha cabeça com as pernas com tanta força que eu nem sabia que ela tinha.
A posição que ela tava favorecia muito, passei a língua bem de leve nas costura dela descendo bem devagar… passe a língua circulando aquele cuzinho dela.
a vontade de comer o cuzinho dela ainda na tinha passado.
ela começou a gemer e pedindo
-Me come por favor, me come caralho!!
sempre fui cavalheiro não dava pra negar o pedido de uma dama.
ela foi para a lateral da casa apenas o fogo servia como luz, eu levei o banco de madeira
ela ja foi tirando o vestido, que delicia de mulher,aquilo não era coisa pra vegano kkkk
ela ficou de quadro no banco, admito que não foi uma boa escolha ela quase caiu ja na segunda socada.
então trocamos eu sentei no banco ela veio por cima, mas do nada ela resolveu sentir seu próprio gosto, pegando meu pau melado da buceta dela e colocando na boca chupando com vontade.
ela chupou tao gostoso que dei uma gozada na boca quente dela, imagine que nao conseguiria continua nossa brincadeira, ela me deixou encher sua boca de porra.
apos cuspir no canto ela veio continuou a mamada que nem deu tempo o meu cacete baixar, eu ja estava pronto pra continuar , ela chupou um pouco em seguida veio de costa se apoiando em mim e sentando bem devagar. que buceta quente , quase gozei de novo tive que me concentrar pra não falhar na satisfação daquela gostosas.
ela ficou cavalgando um tempo ae anuncia que estava gozando, ela gozou muito chega me melou, ela gemeu forte fiquei com medo de acordar alguem.
após gozar ela falou baixinho no meu ouvido
-vamos matar sua curiosidade priminho
ela colocou meu cacete na entrada do cuzinho e foi descendo, entrou uma parte mas acho que ela se arrependeu.
ela tava gemendo mas claramente nao de prazer ela perguntou se eu queria gozar no cuzinho dela, eu preferi nao fazer isto ja que ela estava com dor.
ela veio e botou a buceta quente encaixada em meu cacete e mandou.. vai primo capricha quero sentir voce dentro de mim.
dei uma gozada maravilhosa, queríamos dormir juntos , mas sabíamos que o pessoa acordava muito cedo poderia pegar nos.
Quando o fogo começou a virar apenas uma pilha de brasas cobertas por cinza cinzenta, a brisa fria da madrugada nos fez estremecer. Juliana estava encostada no meu peito, a saia ajeitada de volta sobre as pernas, observando as últimas faíscas subirem em direção ao céu escuro e sem estrelas.
O silêncio da roça tinha voltado ao normal, interrompido apenas pelo som distante de um coruja no alto do cumaru.
— Amanhã meu pai vai querer saber por que a fogueira queimou até o fim — ela comentou, a voz manhosa, passando os dedos pelo meu braço.
— Digo que fiquei olhando as brasas pra não ter perigo de pegar fogo no mato seco — respondi, dando um beijo no topo da cabeça dela.
Ela deu uma risada baixa, levantou-se devagar e limpou a poeira da saia. Antes de sumir na escuridão da varanda em direção ao quarto, virou-se uma última vez, deixando um sorriso enigmático flutuando na noite antes de trancar a porta sem fazer ruído.
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